Num passado remoto, numa última
existência servindo a Roma, a obediência cega a regras e normas sempre fora o
meu ponto forte. Como soldado sempre obedecia sem questionar propósitos e fins,
por isso sempre era convocado para empreitadas diversas por meus superiores.
Acreditava firmemente que meu
propósito maior era servir e proteger. Via em meus generais a sabedoria
irrestrita e o poder em conduzir um povo muitas vezes ignorante e até mesmo
perverso. Faço essas considerações para que os amigos encarnados possam
compreender minhas reflexões e inquietações nesta imersão no passado, naquela
que com certeza foi a mais marcante de minhas passagens aqui neste orbe, e que
foi capaz de me redefinir como ser viajante das estrelas.
Como soldado de Roma, em posição
que não me compete agora falar, pude testemunhar a passagem de nossa maior
estrela nos últimos milênios, o maior Avatar de todos – o Cristo Jesus, mas
para mim um testemunho de uma forma singular, quase na indiferença. Não, não
tive o privilégio de ouvir a voz do Cristo, nem tocar-Lhe as vestes, muito
menos de cruzar os meus olhos fracassados com aquele ser revestido de luz e
amor.
Lembro, de escutar os rumores nas
regiões próximas, de um homem que todos chamavam de Messias, que falava sobre
as coisas do outro mundo. Nada que tocasse o meu coração obcecado e endurecido
pelas batalhas sem fim, vencidas ou perdidas em nome de Roma. Não, não tive a
oportunidade de viver em Roma, servia no exército romano em regiões distantes como
milhares de outros homens de minha época, com um posto médio e inexpressivo
para os anais da história.
Mesmo tendo escutado rumores sobre
o Nazareno não me dispus a aprofundar conhecimentos sobre tal criatura, que
julgava como muitos de meus colegas na época, como um arruaceiro a falar mal de
Roma ou dos próprios sacerdotes Judeus, sua própria gente.
A crucificação não era algo
trivial, mas também já não chamava tanta atenção como nos seus primórdios. Mas
quando soube que o tal Nazareno seria crucificado, notei que a multidão reagia
de forma mais intensa, os murmurinhos se alastravam com maior rapidez e
despertavam discussões acaloradas, principalmente entre os judeus.
Talvez por isso, tenhamos sido
advertidos por nosso superior, a sermos mais rígidos no controle do povo
naquele dia, seriam três crucificações nas quais era esperada maior balbúrdia
de um povo encolerizado ou revoltado. Um papel que assumira muitas vezes nas
posições iniciais dentro das fileiras do exército, mas que fazia uns cinco anos
que não desempenhava mais, em virtude das últimas promoções recebidas.
Mesmo a contragosto, não reclamei e
busquei as informações sobre qual ponto do trajeto ficaria sobre minha
responsabilidade e de quantos outros soldados ficariam próximos a mim e sob meu
comando. No momento combinado, estava eu com meu pequeno grupo de nove soldados
tomando conta de uma lateral da rua destinada ao trajeto, num entroncamento que
saia de duas vielas em convergência, formando com um “V“ gigantesco. Minha
experiência me intuía que era um ponto frágil de segurança e que se uma massa
maior de cidadãos saísse do controle, poderíamos ter problemas. Resolvi assim
ficar em posição mais estratégica onde poderia olhar melhor as criaturas que
vinham das duas vielas. Todos nos postávamos de costas para a rua principal e
de frente para o povo que já começava a se acotovelar para assistir a passagem
dos condenados.
A tensão enchia o ar de uma energia
incômoda, que deixavam mais ainda os meus sentidos em alerta. Por diversas
vezes usamos de força para manter o povo em sua posição, pois muitos queriam
invadir a via antes da passagem dos condenados. Lembro ainda de forma muito
clara quando um senhor de braços magricelos e cabelos desgrenhados tentou furar
a fileira de soldados e ir em direção ao outro lado, mas como estava quase na
minha frente, empunhei minha lança na horizontal e empurrei com força o
velhinho que foi jogado longe e caiu de costas. O incidente despertou os
olhares raivosos de muitos dos que estavam a minha volta e sentia a raiva tencionar
o ambiente.
Na passagem do segundo prisioneiro
condenado, mesmo olhando firmemente para o povo a minha frente e cuidando a
movimentação nas vielas atrás, senti algo estranho, uma vibração poderosa que
por instantes fez minhas pernas tremerem. Mesmo aqueles que gritavam impropérios,
naqueles poucos segundos calaram-se, para em seguida voltar a gritar. Mas era
uma onda de silêncio, de desconforto, como se eu estivesse momentaneamente nu,
sem roupas, despido de minhas armas e escudos.
E, pela primeira vez em minha vida,
cuidando da segurança numa via de crucificação, eu olhei para trás, pois uma
força me impulsionava a ver quem tinha afinal passado. Para ETERNA tristeza
minha, não vi o rosto daquele SER, só via suas costas machucadas do açoite, dos
que lhe flagelavam o corpo para transportar a cruz. Sim, ele ainda a carregava
naquele momento do suplício, onde somente mais tarde o Cirineu compartilharia
com ele o esforço final de carregar o madeiro.
Não vi o seu rosto, nem consegui
gravar o tom do seu cabelo, manchado de sujeira e sangue, nenhum detalhe como
tamanho das mãos ou pés, cor dos olhos, nada, absolutamente nada, ainda hoje
tento recuperar algum detalhe mais específico, e tudo parece ter se apagado de
minha mente, como se não merecesse ter alguma lembrança mais precisa daquele Homem.
Alguns metros sofridos acima, ainda
tentava captar algo de sua fisionomia, para tentar ver se tinha cruzado com
aquela criatura em algum outro momento, mas foi em vão. De repente, penso eu
hoje, talvez pelo meu pensamento de curiosidade, aquele Homem para, e olha para
o lado, não em minha direção, mas para o mesmo lado da rua em que estava, foi
por poucos segundos, não distingui nenhum novo detalhe, não vi o seu olhar, mas
tive a certeza em meu íntimo de que Ele captou ou sentiu o meu olhar
indagador...
O martírio continua e eu volto
rapidamente o meu olhar para o povo a minha frente, continuando a fazer o que
sempre fiz, a impedir que a desordem tomasse conta dos processos de
crucificação. Fiquei ali até todos terem passado e a população local ficar
desinteressada. Muitos após os últimos soldados que acompanhavam os condenados
terem passado, foram atrás dos mesmos, a maioria falando palavrões e xingamentos
aos prisioneiros, e muito poucos, chorando em desespero pela condenação sabe lá
de qual deles.
Não pensem que o episódio do quase
cruzamento de olhares foi suficiente para me demover de minha posição no local,
ou de me fazer sair como a turba a acompanhar o grupo até o monte do calvário.
Dali, saí em companhia de outros soldados, conversando frivolidades, ainda que
algo me apertasse o estômago, pensava que tivesse sido algo que comi de véspera
que não estaria me fazendo muito bem.
Ainda hoje reflito, na oportunidade
que perdi, não só de conhecê-Lo em vida, mas ao menos de ter ido assistir sua
crucificação, ainda vivo, ou quem sabe, ainda que morto, crucificado na cruz,
poderia ter divisado sua face, mesmo que com os olhos sem vida, ainda teria
visto o Cristo, de quem veio para nos dar o maior testemunho de amor e perdão
de nosso planeta. Mas não fiz nada disso...
Dias após a crucificação ainda ouvi
os burburinhos de que o Nazareno teria voltado dos mortos, soube pelos meios
oficiais de que sua tumba havia sido violada e seu corpo roubado, era a versão do
governo local. Mas sabendo dos rumores, poderia ter tentado saber mais, quem
sabe poderia, mesmo sem merecer, ter tido a graça de revê-Lo redivivo.
Passaram-se quase sete anos, quando
informações esparsas iam chegando aos meus ouvidos, sobre os ensinamentos do
Cristo, e que muito de seus seguidores estavam ainda divulgando. Muitas dessas
ideias encontravam sintonia íntima, ainda que em sigilo, no meu coração, já
algo cansado das batalhas e do sangue. A idade traz essa recompensa para nós,
acabamos cansando do mal que ainda habita em nossos corações.
Numa das campanhas de que
participei servindo a Roma, estava em um vilarejo, descansando, ou melhor, em
meu horário de folga, sem trajes e após ter bebido retornava para dormir e já
estava amanhecendo. Peguei uma rua estreita e vi a movimentação de pessoas
cochichando, caminhando apressadas, era muito cedo e me chamou a atenção.
Resolvi segui-las e chegamos a pequeno bosque, onde em cima de uma pedra, um
homem jovem falava sobre os exemplos de Jesus, com expressões alegres, falava
do mesmo como se Ele ainda estivesse vivo. As pessoas riam alegres com suas
histórias, e eu ri também. Uma alegria profunda, uma descontração que não
sentia desde a minha infância ou adolescência, descobri que o orador se chamava
João, o mais jovem dos seguidores de Jesus em vida.
Não me lembro de ter visto
novamente aquele homem jovial, mas ele despertou uma curiosidade em mim. Não,
não tinha me tornado cristão, era ainda um soldado fiel a Roma, mas era um ser
curioso...
Comecei a aproveitar as viagens em
campanhas militares por lugares diversos para no anonimato, em cidades
desconhecidas, encontrar os agrupamentos que falavam sobre o Cristo. Nunca tive
coragem de assumir uma crença cristã ou modificar o meu comportamento, mas
confesso que minhas ideias sobre justiça foram se depurando, começava a
enxergar muitas arbitrariedades, não só nas autoridades romanas, mas nos meus
próprios colegas de exército e arrumei algumas brigas e inimigos ao tentar
coibir abusos que me irritavam pelo disparate.
Roma já tinha começado com seus
espetáculos de horrores, e para saciar a sede de sangue de suas castas
privilegiadas muitos circos foram montados em lugares diversos. Não só o
Coliseu recebia espetáculos sangrentos onde os cristãos eram trucidados por
guerreiros ou entregues a feras. Muitas outras cidades importantes tinham
espetáculos em menor proporção de suntuosidade, mas não menos sanguinários e
desprezíveis.
Infelizmente, o homem é capaz de
golpes traiçoeiros, naquela época muitos denunciavam famílias inteiras como
cristãs, somente para usurpar de seus bens ou para ficar com suas viúvas
cobiçadas, acusando maridos e filhos homens como seguidores do Cristo. Muitos
foram sacrificados sem serem sequer seguidores realmente do Nazareno.
Nesta época, tirava escalas de
trabalho regulares na guarda das celas dos cristãos que seriam encaminhados
para os espetáculos. Naquela época tinha participado de uns poucos encontros com
palestras dos cristãos que se escondiam cada vez mais de Roma. Numa
oportunidade vi acalorada discussão ou orientação entre um senhor idoso e seu
filho, também já aparentando ser um pai de família, e aquele que parecia ser o
orientador religioso daquele grupo.
A sabedoria do orientador era
imensa, o pai de família perguntava como poderia converter sua esposa e filhos
para os ensinamentos do Cristo, já que mesmo lhes explicando e falando do amor
e da vida no Nazareno não conseguia lhes tocar as fibras da alma. O idoso lhe
falava que deveria usar sua autoridade de marido e obrigar filhos e esposa a segui-lo
na nova fé. Mas o abnegado orientador, falava que cada um só podia dar
testemunho do que lhe brotava no coração. E que fé não se impõe, é construção
individual. Aquela lucidez me cativou, não devia ser fácil viver numa família
dividida pela fé.
A vida nos coloca em situações delicadas,
onde somos chamados a assumir nosso verdadeiro eu. Poucos meses depois dessa
cena por mim presenciada, ao passar em revista as celas com os prisioneiros,
para a noite e o último raiar do sol que antecederia os espetáculos de
carnificina humana, encontrei numa das celas o pai de família, ao lado do mesmo
senhor idoso, e o que parecia ser toda sua família. A mulher estava a xingar e
esbofetear o rosto do esposo, a lhe acusar de que morreria por uma causa que
não acreditava. A cena era triste de se testemunhar, na cela apertada e deitados
no chão ainda estavam dois filhos adolescentes e duas meninas, uma claramente
com uns cinco ou seis anos de idade e o homem mais idoso, com o olhar perdido
no horizonte. Aquele olhar ao cruzar com o meu, me deu um choque, o senhor me
reconhecera, mas não falou nada, nenhum som... somente sorrira para mim.
Virei as costas e saí rapidamente,
com medo de que os prisioneiros falassem e comprometessem a minha posição junto
aos soldados. Eu poderia até ser condenado se soubessem que estava ouvindo
preleções cristãs. Mas o que me incomodava é que a esposa bonita e aquelas
crianças não eram cristãs, nem os adolescentes, pois ainda me lembrava de como
brigavam com o pai pela nova fé assumida e que eles repudiavam. Isso era muita
injustiça!
Alguém havia feito uma traição para
aquela família, acusando injustamente a todos. Eu iria descobrir quais eram os
interesses envolvidos. Saí rapidamente, cheguei a casa daquela família, naquela
época já tinha descoberto que os mesmos possuíam armazém e que vendiam
provisões para aquela parte da cidade. Ao chegar ao local reconheci o filho do
nosso comandante com sua mulher, fazendo as vendas para os clientes e
compreendi tudo, era um golpe para se apropriar materialmente das posses da
família, por isso precisavam se livrar de toda a família do comerciante. Não
sou ingênuo, ao ver o filho do meu comandante, percebi que aquela família não
teria chance.
Decidi que eu mesmo faria justiça
naquela noite, não pensei em mais nada, somente em tirar eles daquela cela e
ajudá-los a fugir, sem me expor, é claro. Entrando no local das celas, dei um
jeito para redistribuir a guarda, que devido a minha posição obedeceu
prontamente. Deixei a guarda mínima, e o mais sonolento para ficar comigo
naquele setor das celas. Menos de uma hora depois percebendo que o soldado
cochilava bati forte em sua cabeça para que ficasse desmaiado, faria o mesmo
comigo mesmo depois de ajudar a família a fugir, simulando ter sido atacado por
alguma outra pessoa desconhecida.
Cheguei a cela e pedi silêncio a
todos da pequena família, que me obedeceram de pronto. Abri a porta e todos
foram saindo, fechei a porta sem muito barulho e ia conduzindo o grupo
fugitivo. Contudo, a ignorância é companhia inseparável do ser humano, e ao
passarmos por uma cela, um dos outros condenados ao perceber o ocorrido,
carcomido de inveja e revoltado, começou a gritar, acordando vários detentos
das demais celas, que em vez de serem solidários começaram a berrar feito
loucos.
Acabei assim, sendo surpreendido
pelos outros guardas, que perceberam a minha intenção. Não tive tempo de fazer
nada, achavam que eu estava tentando salvar a mulher e me agrediram, para logo
depois me jogarem junto na mesma cela daquela família. Poucas horas depois, o
mesmo comandante que tinha posto seu filho no controle das posses daquela
família, apareceu junto a cela, e olhando desconfiado para mim, como a ler
minha mente, decretou que eu seria sentenciado junto por ser um cristão a
proteger outros cristãos. Revoltei-me e gritei revelando toda a verdade,
dizendo do golpe de seu filho e dele mesmo, e negando ser cristão, variadas
vezes! Mas foi tudo em vão...
Vi o sol nascer em profundo
desespero, estava numa situação impensada, dando um testemunho para o qual não
estava preparado, com o coração revoltado com minha própria burrice. Na hora
programada para o espetáculo cruel, sobre o olhar atento dos que se deliciavam
com a selvageria, fomos todos conduzidos a arena central. Minha cabeça girava,
não prestei atenção aos gritos daquela pequena família, e não reagi ao ataque
das feras, por saber ser impossível sobreviver, somente baixei a cabeça e senti
os dentes da fera atravessarem meu pescoço de forma fatal.
Não sei quanto tempo depois, vi a
luz do sol muito forte quase a me cegar e reconheci numa sombra humana aquele
sorriso familiar, daquele senhor idoso, o que tinha me reconhecido lá na cela, e
ele muito tranquilo, com as roupas limpas me estendeu a mão. As minhas vestes
estavam todas sujas de sangue e ele me falou, acho que em pensamento, que eu
iria trocar de roupas e me lavar, pois alguém queria me ver.
Não sei dizer quanto tempo se
passou se foram horas ou dias, pois senti de adormeci, quando acordei já estava
limpo e de roupas novas, pareciam minhas roupas de soldado romano, mas com tons
mais claros e brilhantes. O amigo ancião, que ainda não havia dito seu nome nem
de seus familiares, estava ao meu lado e me acompanhou segurando pelo braço. Passos
vacilantes, fui levado a uma clareira que me parecia familiar, pássaros
diversos cantavam e pequenos animais estavam no chão a olhar para uma pedra ou
conjunto de pequenas pedras numa pequena elevação.
O velho senhor me disse que já
haviam se passado diversos anos daquela ocorrência infeliz, mas que felizmente
eu havia despertado e me perdoado a mim mesmo, coisa que eu não compreendi no
momento, somente anos depois.
Ao chegar aquela clareira, percebi
a figura luminosa, daquele jovem pregador de Cristo, com o rosto mais
envelhecido, mas ainda reconheci aquela alma jovem. As palavras alegres ainda
falavam de amor, e das coisas do Cristo, parecia estar falando para todos nós,
centenas de pessoas, até para os animais que também lhe escutavam atentamente.
Era João, aquele que mais tarde seria reconhecido como João o Evangelista, que
na ilha da Patmus receberia do alto as revelações do Apocalipse.
Desta vez, o olhar dele cruzou
diretamente com o meu, e como que atingido por um raio, comecei a chorar e
nunca mais esqueci aquele olhar amoroso, que tudo me disse sem nada me falar,
que tudo me explicou sem nada me dizer.
Talvez para vocês encarnados ele
seja reconhecido e mais comumente chamado de Francisco de Assis, mas para mim
será para sempre João, simplesmente e maravilhosamente João.
Inspirado por um ex-Soldado
Romano
by Luis & Elisa
FICÇÃO ESPIRITUALISTA
Essas histórias ou estórias são ficção[1], qualquer semelhança
com a realidade é mera coincidência!
[1] “É claro que
estou prestes a expressar um ponto de vista, com o qual, muitos espíritas não
concordariam. Mas, facto é que a realidade de Voltz é análoga à de inúmeros
autores que, na atualidade, são considerados escritores de ficção, de fantasia.
Faz-se necessário abordar certas verdades, fora do âmbito espírita, atingindo
alvos distintos daqueles que estão na mira dos escritores do meio
espiritualista. Os Imortais, que nos dirigem de mais amplas dimensões, nos
incumbiram de escrever numa linguagem apropriada a certo universo literário —
digamos, mais materialista, que atraísse, também, determinado círculo de
indivíduos que não têm acesso ao vocabulário e à mensagem espírita ou,
simplesmente, não sintonizam com a forma religiosa de ver alguns problemas da
vida.” – Ângelo Inácio – “A
Marca da Besta” – Psicograf. Robson Pinheiro/Casa dos Espíritos.


